Operação do Aterro Sanitário "Dom Antônio Barbosa II"

A Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT) define aterros sanitários de resíduos sólidos urbanos, como:

“Consiste na técnica de disposição de resíduos sólidos urbanos no solo, sem causar danos ou riscos à saúde pública e à segurança, minimizando os impactos ambientais, método este que utiliza os princípios de engenharia para confinar os resíduos sólidos ao menor volume permissível, cobrindo-os com uma camada de terra na conclusão de cada jornada de trabalho ou à intervalos menores se for necessário.”

O aterro sanitário é uma opção correta sob vários aspectos (ambiental, sanitário, social entre outros) para a disposição final dos resíduos sólidos urbanos

Atualmente os resíduos sólidos de Campo Grande/MS possuem correta disposição final, seguindo projetos e diretrizes que buscam não causarem danos ao meio ambiente, evitando contaminação das águas subterrâneas e superficiais com a implantação dos sistemas de drenagem e tratamento dos líquidos percolados, prevenindo o aparecimento de processos erosivos que podem causar assoreamento dos cursos d’água próximos ao aterro sanitário com as implantações do sistema de drenagem de águas pluviais e revestimento vegetal nos taludes do aterro, evitando a disseminação de vetores causadores de doenças com a execução diária da cobertura de terra dos resíduos, redução da poluição do ar ou incêndios no maciço com a queima correta do biogás através do sistema de drenos de gás, evitando possíveis acidentes causados por desmoronamentos na operação do aterro sanitário com as configurações corretas das rampas dos taludes, e prolongando a vida útil do aterro sanitário com a implantação dos sistemas de separação e classificação dos resíduos coletados como também a compactação dos mesmos.



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